| Terça-feira, Setembro 28, 2004 |
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| Falsehood makes me sick! |
| Eveline | 16:15 | |
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| Sexta-feira, Setembro 17, 2004 |
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| Eveline | 22:52 | |
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| Terça-feira, Setembro 14, 2004 |
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Estou no trabalho agora...meu PC ainda está quebrado e sem previsões de volta... problemas monetários rodam minha vida... e de metade da humanidade...
Eu tenho feito algumas coisas legais nesses dias complicados...
Nesse fim de semana fui a Olinda- PE participar de um evento para professores de inglês e foi muito legal. O evento foi rico e fiquei ao lado de pessoas bacanas, minhas colegas de trabalho.
Sexta- feira saí com um montão de gente por aqui...foi véspera de aniversário de Fá e já fomos comemorar. Saí tb na mesma noite com Jones, Vilian e Fernanda...poxa já estou com saudades de da Fê. Ela foi para Leeds (Inglaterra) domingo e Jones irá no próximo fim de semana. Aproveitei bastante a noite. Encontrei César, Shi e Kaliu sentados numa calçada tocando violão e ali mesmo bagunçamos um pouco. Nossa... gosto quando as coisas acontecem. Gosto do inesperado, mesmo que ele tenha a capacidade de alterar o meu ritmo sanguíneo... amo a noite ... a noite faz com que eu me sinta próxima ao lado da vida que eu mais gosto. O lado que eu esqueço das obrigações e deixo me levar pelos acontecimentos.
Fim de semana... me deixou leve... estive perto de mim e de pessoas que gosto...
Agora neste momento...neste exato momento que deixo as letras tomarem conta de mim...sinto SAUDADE de um lugar... de uma cidadezinha perto daqui... de bons momentos...de momentos que levarei p sempre comigo...
Para mim e para quem passar por aqui...deixo Bandeira...
TERNURA*
Enquanto nesta atroz demora,
Que me tortura, que me abrasa,
Espero a cobiçada hora
Em que irei ver-te à tua casa;
Por enganar o meu desejo
De inteira e descuidada posse,
Ai de nós! que não antevejo
Uma só vez que ao menos fosse;
Sentindo em minha carne langue
Toda a volúpia do teu sonho,
Toda a ternura do teu sangue,
Minha'alma nestes versos ponho;
Por que os escondas de teu seio
No doce e pequenino vale,
- Por que os envolva o teu enleio,
Por que o teu hálito os embale;
E o meu desejo, que assim foge
Ao pé de ti e te acarinha,
Possa sentir que és minha hoje,
E és para todo o sempre minha...
M.Bandeira
*É...esse poema me tira o fôlego...
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| Eveline | 17:08 | |
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